Carteiras 08/2020

Carteira volume com ênfase em crescimento
PapelCotação
VVAR319,52
BEEF313,58
ECOR314,52
CNTO329,11
PRIO339,59
HBOR32,98
SQIA324,09
KLBN1120,66
ATOM32,95
TOTS325,83
Carteira crescimento com ênfase em liquidez
PapelCotação
ATOM32,95
TOTS325,83
EZTC341,17
JHSF39,22
EQTL325,53
CARD313,76
MULT321,14
ODPV313,82
B3SA363,44
GNDI366,76
Carteira valuation
PapelCotação
PTBL34,29
ATOM32,95
HYPE336,12
KLBN1120,66
JBSS321,54
EZTC341,17
CYRE327,42
BRFS320,7
TRIS313,69
EQTL325,53
Carteira Momentum Cotação
KEPL3 42,74
WEGE3 68,00
ATOM3 2,95
GPCP3 51,99
VVAR3 20,20
LWSA3 46,92
JHSF3 9,22
BPAC11 86,86
BIDI11 60,58
B3SA3 64,61
(Os ativos aqui elencados não são indicação de compra, apenas fazem parte de um estudo para avaliar a efetividade de alguns critérios de seleção para composição de carteiras)

Resultado das carteiras 2020-06

Devido à impossibilidade de atualizarmos a carteira em 01/07/2020 (a vida acontece), segue a atualização agora em 01/08/2020. Os testes com a carteira se mostram sólidos no sentido de que a revisão da mesma não precisa ser mensal. Seguem os resultados para os meses de junho e julho. No período, IBOV rendeu 17,7%. Ambas as carteiras superaram o IBOV, destaque para a carteira com ênfase em liquidez, com desempenho de 35,6%. A de ênfase em crescimento rendeu 19,3%. Por simplificação, não adicionei eventuais juros ou dividendos pagos pelos ativos da carteira, que teriam incrementado o desempenho das mesmas.

Ênfase Crescimento
PapelCotação em 01/06/2020Cotação em 31/07/2020Desempenho
CCPR313,914,454,0%
TOTS320,1125,8328,4%
EZTC332,6141,1726,2%
ATOM31,612,9583,2%
ALSO325,4827,748,9%
JOPA323,982712,6%
TAEE1128,5428,961,5%
CARD312,3513,7611,4%
MULT320,6921,142,2%
CGAS5162,5618614,4%
Total19,3%
Ênfase Liquidez.
PapelCotação em 01/06/2020Cotação em 31/07/2020Desempenho
RADL3109,44124,113,4%
TOTS320,1125,8328,4%
GNDI362,366,767,2%
ARZZ342,152,7625,3%
MULT320,6921,142,2%
WEGE341,8367,3561,0%
B3SA345,5563,4439,3%
EZTC332,6141,1726,2%
ATOM31,612,9583,2%
TRIS38,0513,6970,1%
Total35,6%
(Os ativos aqui elencados não são indicação de compra, apenas fazem parte de um estudo para avaliar a efetividade de alguns critérios de seleção para composição de carteiras)

O caso de investir na China

Pensando ‘alto’ sobre um pouco de minhas leituras e sobre minhas perspectivas do momento atual.

Após ouvir o Ray Dalio na XP Expert, fiquei matutando. Qual é o seu argumento principal? A definição da estratégia tem que ser anterior à aposta direcional. Um investidor como Dalio está confortável: opera na moeda mais forte, seus investimentos em casa estão no melhor mercado. Diversificar para ele é olhar os emergentes. É claro que olha o Brasil, mas no seu gráfico o novo império é a China. A Ásia é o centro populacional do planeta. China tem 20% da população mundial, com Índia ambas tem 33% da população mundial. A Ásia tem Japão que é a terceira economia mais relevante do mundo, por GDP. Tem Coreia do sul, Indonésia, todos os ‘tigres’ asiáticos. A América Latina praticamente inexiste frente ao resto do mundo. Brasil tem em torno de 2% da economia mundial. Se juntar com México, Argentina, Chile, Peru e Colômbia, ainda assim não passa de 10%. Portanto só a China, isoladamente, é um mercado equivalente a mais que o dobro dos seis maiores países latinos. E sua localização geográfica e seu porte econômico a fazem uma escolha estratégica no continente oriental.

Dalio alerta que a definição da estratégia, a minimização de risco deve ser prévia à própria escolha dos gestores ou ativos. A questão é que, sendo de país periférico, um “emergente” que nunca de fato emerge, os mecanismos brasileiros, e seus recursos de criação de valor são diminutos e largamente atrasados. A servir-se apenas do cardápio local, estamos em grande escala enviesando um portfólio que deveria ser mais equilibrado. Como um exemplo, a maioria dos gestores brasileiros reconhece a própria falta de competência para avaliar as empresas do sp500. Grande parte dos que de fato investem nos EUA o fazem apenas mais recentemente. A reconhecer isso, nos perguntamos: Quais deles se aventurariam na China?

Dalio assevera a importância de descorrelacionar não apenas entre ativos, mas entre moedas e países. Se eu me referencio primeiramente em fundos brasileiros já estou definindo meu universo de investimentos no eixo Brasil-Eua. Se os fundos brasileiros não investem fora deste eixo é mais um motivo para eu buscar uma alternativa que o faça.

Dalio defendeu que essencialmente um fator de proteção é compor a carteira de investimento com minimamente 15 BONS ativos de correlação zero. A correlação tem que ser 0% ou menor que 10% ou ao menos menor que 20%. Segundo ele, se não atingirmos esse patamar, não estaremos diversificando o suficiente.

Neste sentido, podemos estar investindo em 5 fundos multimercados e não estar alcançando diversificação mínima. Vai ser difícil montar uma carteira com 15 bons ativos de correlação zero, se focarmos apenas em fundos/ativos brasileiros.

Ademais, o Brasil é um país muito pouco competitivo economicamente. A olhos vistos, dependemos de uma desvalorização cambial violenta para sobreviver. Dependemos de uma gestão federal responsável, o que não apenas é um risco para um país com consciência política  e instrumentalidade de diálogo quase nula, mas é uma realidade visível através dos anos. A China também não tem uma situação política favorável, mas ao menos compensa com inovação, disciplina, tamanho de mercado e crescimento consistente.

Então temos minimamente quatros argumentos para investir na China: (1) representatividade econômica mundial, (2) relação preços/lucro favorável (na minha opinião tanto em relação ao Brasil quanto aos EUA), (3) perspectiva de crescimento e (4) diversificação.

Dalio apontou para os argumentos 3 e 4, e eu acrescento o 1 e o 2. Aqui tem uma palhinha da palestra para conferir:

Carteiras 2020-06

Retomando do longo período sem testagem de carteiras, quero agora propor duas.

Ênfase Crescimento.

PapelCotação
CCPR313,90
TOTS320,11
EZTC332,61
ATOM31,61
ALSO325,48
JOPA323,98
TAEE1128,54
CARD312,35
MULT320,69
CGAS5162,56

Ênfase Liquidez.

PapelCotação
RADL3109,44
TOTS320,11
GNDI362,30
ARZZ342,10
MULT320,69
WEGE341,83
B3SA345,55
EZTC332,61
ATOM31,61
TRIS38,05

(Os ativos aqui elencados não são indicação de compra, apenas fazem parte de um estudo para avaliar a efetividade de alguns critérios de seleção para composição de carteiras)

Resultados da Carteira em 3 anos

Supomos a carteira inalterada até 26/11/2017, quando pudemos olhar os seguintes resultados: 46,20% em 3 anos.

Segue o resultado detalhado:

Papel Cotação DY JSCP Restit-Bonif Cotação Result
SMLE3 47,00 9,5723 92,82 148,00%
MPLU3 34,7 4,29 36 18,39%
BAUH4 11,2 1,0882 12,2 20,65%
ANIM3 37,61 0,7222 24,8 -32,77%
PTBL3 4,75 1,0367 5,8 56,20%
CVCB3 15,5 1,9269 46,65 243,69%
CTAX4 2,05 0,3007 0,0428 -97,55%
BMTO3 3,31 0,7125 4,75 82,87%
ARTR3 14,76 0,1751 10,01 -31,37%
EZTC3 22,95 3,1906 1,1475 23,19 24,60%
ITSA4 10,48 1,4423 10,62 17,51%
CGAS5 50,00 27,9387 54,10 145,23%
VVAR3 7,5 0,18 7,7 5,12%

Destaques bastante positivos: SMLE, CVCB, CGAS

Destaques negativos: ANIM, CTAX, ARTR

 

Interessante ver como a carteira segurou num período muito crítico para o Brasil e sem ajustes no período, ao contrário das carteiras anteriores que eram mensais.  A variação CDI do período foi: 42,33% (de acordo com o site: http://estatisticas.cetip.com.br )

O IBOV também variou no período de 52K a 74K: 42,30%

Carteira 2014-12

Durante os meses de novembro, a carteira performou -0,24%.

Carteira para Dezembro

Papel…Cotação (fechamento de novembro)

Papel Cotação
SMLE3 47,00
MPLU3 34,70
BAUH4 11,20
ANIM3 37,61
PTBL3 4,75
CVCB3 15,50
CTAX4 2,05
BMTO3 0,80
ARTR3 14,76
EZTC3 22,95
ITSA4 10,48
CGAS5 50,00
VVAR3 7,50

(Os ativos aqui elencados não são indicação de compra, apenas fazem parte de um estudo para avaliar a efetividade de alguns critérios de seleção para composição de carteiras)

Carteira 2014-11 – Novembro – Método GF

Durante os meses de setembro e outubro, a carteira performou -8,10%.

Carteira para Novembro

Papel…Cotação (fechamento de outubro)

Papel Cotação
BAUH4 11,00
PTBL3 4,61
CTAX4 1,96
CIQU3 6,51
EZTC3 21,20
CGAS5 48,85
VVAR3 7,50
PTPA4 51,10
RAPT3 5,80

(Os ativos aqui elencados não são indicação de compra, apenas fazem parte de um estudo para avaliar a efetividade de alguns critérios de seleção para composição de carteiras)

Carteira 2014-09 –Setembro – Método GF

Durante os meses de julho e agosto, a carteira performou 2,24%.

Carteira para Setembro

Papel…Cotação (fechamento de agosto)

BAUH4 12,20
BMTO4 0,89
CCPR3 17,60
CGAS5 52,16
CIQU3 6,51
CTAX4 2,88
EZTC3 24,69
GETI3 16,91
MPLU3 32,80
PMAM3 2,25
PTBL3 5,05
PTPA4 58,28
RAPT3 5,8
SOND5 46,98
TCSA3 6,37
VVAR3 7,50

(Os ativos aqui elencados não são indicação de compra, apenas fazem parte de um estudo para avaliar a efetividade de alguns critérios de seleção para composição de carteiras.)

Carteira 2014-07 – Julho – Método GF

Me junho, a carteira performou -0,59%. Houve um erro ao selecionarmos o ativo UGPA4; para todos os efeitos foi considerado o ativo UGPA3, com preço inicial de 53,86.

Carteira para Julho:

Papel…Cotação (fechamento de junho)

BALM4 14,91

BAUH4 12,78

BMTO4 0,87

CCPR3 18,50

CGAS5 49,00

CIQU3 6,51

CTAX4 2,85

EZTC3 23,42

GETI3 16,26

ITSA4 8,69

PTBL3 5,10

RAPT3 5,34

SOND5 44,69

TCSA3 7,19

VVAR3 7,21

(Os ativos aqui elencados não são indicação de compra, apenas fazem parte de um estudo para avaliar a efetividade de alguns critérios de seleção para composição de carteiras.)

Carteira 2014-06 – Junho – Método GF

Carteira para Junho:

Papel…Cotação (fechamento de maio)

BALM4          15,25

BAUH4          12,99

BMTO3           0,78

CCPR3            18,51

CGAS5           49,13

CIQU3            7,50

CTAX4           3,16

EZTC3            23,04

GETI3          14,40

ITSA4              8,54

PTBL3            5,50

RAPT3            5,43

SHUL4           8,90

SOND5           46,75

TCSA3            7,21

UGPA4           27,10

(Os ativos aqui elencados não são indicação de compra, apenas fazem parte de um estudo para avaliar a efetividade de alguns critérios de seleção para composição de carteiras.)